Bolsonaro vai cair, vai cair, vai cair…

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Fotografia: Luciana Lima

Jair Bolsonaro que reza a cartilha da ditadura militar vai administrando a sua permanência no Palácio da Alvorada em meio a uma sequência de denúncias que colocam em risco a sua faixa presidencial.

Recordista de pedidos de Impeachment, Bolsonaro faz de tudo para continuar se lambuzando com os esquemas de corrupção do seu governo. Mais de 100 denúncias contra o atual presidente do Brasil já foram apresentadas à Câmara dos Deputados, incluindo 23 crimes previstos na lei 1.079/50 [que trata do Impeachment]. Já passou da hora. Enquanto o povo brasileiro não se livra do genocida e principal responsável pela maior Crise Sanitária e hospitalar do país as ruas vão se encher de protestos até a queda do poderoso ditador. Assim como foram as manifestações deste sábado [03/7] que repetiram o grito “Fora Bolsonaro!” em todos os cantos do país.

Na capital potiguar o ato iniciado em frente ao IFRN da Avenida Salgado Filho seguiu em passeata carregando o luto de familiares dos mais de 524 mil mortes vítimas da Covid-19 e o grito que se tornou palavra de ordem nacional: “Impeachment já”. Um coro legítimo e crescente que tomou conta das ruas e das redes sociais.

A sociedade brasileira não suporta mais os privilégios de poder que se multiplicam à custa da miséria e da fome que afetam grande parte da população e de esquemas de lucro que são verdadeiros crimes contra a humanidade, como no caso das acusações de propina que tentaram tirar proveito particular na compra de vacinas que serviriam para salvar vidas.

Cercado por denúncias de irregularidades que envolvem seu desastroso governo, Bolsonaro enfrentou mais um dia de protestos que nenhum discurso de ódio conseguiria calar.

Mais um estrondoso manifesto que repercutiu as muitas vozes da resistência que mantêm erguidas as bandeiras de luta por mais vacinas, auxilio emergencial de 600 reais, em defesa dos direitos LGBTQIA+, da igualdade de gênero, demarcação das terras pertencentes aos povos originários, além do combate ao racismo, à homofobia e às privatizações.

Como diz a “Oração Latina” do cantador popular César Teixeira, “com as bandeiras na rua ninguém pode nos calar”.

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