
Estamos diante de uma extrema direita que se tornou ainda mais visível nesta eleição. Mas é claro que a opressão da classe trabalhadora não é nenhuma novidade. Veja a vida do povo como está, seja nos locais de trabalho, na comunidade em que mora, o seu cotidiano não está na pele de nenhum governo.
Mas a mobilização popular que tomou conta da terra do pau-brasil nesta terça-feira (13/10) expressa a necessidade de transformar a indignação em resistência imediata contra uma ameaça concreta aos direitos humanos. Essa não é uma tarefa exclusivamente eleitoral. Porém, é preciso estar atento/a e forte para enfrentar a extrema direita e destruí-la. Por isso mesmo, a juventude voltou às ruas para combater a ameaça bolsonarista e defender direitos históricos. Na capital potiguara, estudantes secundaristas e universitários se juntaram ao movimento sindical e popular em mais uma mobilização para gritar alto e bom som: “Bolsonaro nunca mais, nem o filho, nem o pai!”
VIRA-VIROU
Nas escolas, nas ruas, o povo mobilizado dá mais uma lição de resistência ao ódio armado do bolsonarismo. Enquanto isso, a imprensa dos ricos faz vista grossa à dança da revolução que toma conta do país, espalhando coragem e reafirmando o verdadeiro sentido da democracia. Pois é, podemos cantar junto com o nosso Gonzaguinha:
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Pra passar a mão nela
Das ruas para as redes, a onda antifascista furou a bolha do algoritmo e do WhatsApp na corrida eleitoral contra o candidato dos banqueiros e dos multibilionários. A jornada de atos segue com o desafio de transformar a mobilização popular na virada das urnas.
Está em jogo a defesa dos direitos humanos diante de uma candidatura que representa o ódio que gera violência e opressão. É hora de soltar um estrondoso grito para derrotar o bolsonarismo, votando 13.
O COLETIVO FOQUE TEM LADO!
Nosso lado é o da cultura popular, da juventude, da classe trabalhadora, da liberdade de expressão e da resistência antifascista. Seguimos nas ruas e nas redes, porque a luta por direitos, liberdade e justiça social não se encerra nas urnas.








