
Luciano Almeida deixa uma trajetória profundamente marcada pela resistência à ditadura militar. Preso em 1970 por sua militância política, enfrentou a violência do regime opressor e dedicou parte de sua vida à preservação da memória, da verdade e da defesa dos direitos humanos.
Seu testemunho tornou-se um importante registro para que as novas gerações tomem consciência dos crimes cometidos durante a ditadura e da importância da liberdade.
Luciano Almeida enfrentou a repressão da ditadura e transformou a dor da perseguição em compromisso permanente com a memória, a verdade e a justiça. Seu encantamento é como um sopro na história que permanecerá viva como inspiração para aqueles que seguem na defesa da liberdade e da dignidade humana.
Toda a solidariedade do Coletivo Foque a familiares e à companheirada de caminhada.
Luciano Almeida vive!






