Desmonte dos direitos sociais

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Texto e fotografia: Por Rogério Marques

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A política de corte de verbas nos serviços públicos praticada pelo governo federal é uma prática secular. Junte a isso maldades como reformas da previdência e trabalhista, que há anos ameaçam acabar com os direitos históricos da classe trabalhadora.

A saída é protestar na rua, no campo, na escola, na fábrica e demais locais de trabalho. É preciso reagir para manter o que conquistamos. O país está um caos, política e economicamente. Só a luta é capaz de escoar a lama que faz empodrecer e empobrecer cada vez mais a sociedade brasileira.

A violência está presente em todos os lugares. Quadrilhas organizadas praticam todo tipo de crime contra o povo. Depois, partilham o que foi roubado com os comparsas. Uns vão para o presídio. Outros para o Congresso Nacional. A malandragem brasileira inclui delação premiada e altas negociatas, atraindo mais ladrões de norte a sul do país.

A roubalheira que promove o enriquecimento ilícito de uma minoria é a mesma que faz aumentar a desigualdade social. Postos de saúde e hospitais sem condições de atendimento. Escolas sem a mínima estrutura. Transporte coletivo sucateado. Privatização. Terceirização. Salários atrasados. Tudo isso acontecendo e a impunidade aumentando ainda mais os privilégios das classes dominantes.

Os assalariados, os desempregados, os sem-teto e os sem-terra são sacrificados pelo planalto central, que está interessado apenas em atender aos interesses do grande capital. Para o povo do Brasil sobra a miséria e a exclusão social.

As reformas da Previdência e trabalhista, impostas pelo governo Temer e agraciadas pelo Congresso Nacional, estraçalham o mínimo de dignidade que resta à classe trabalhadora. Vamos pra rua!

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