Por Coletivo Foque | Fotografia: Rogério Marques

As balas que mataram a vereadora do Psol/RJ Marielle Franco e o motorista Anderson Pedro Gomes, na noite de 14 de março no Rio de Janeiro, não apagarão suas ideias.

O ato realizado na noite desta quinta-feira (15/03) no centro de Natal reafirmou o grito contra o machismo, o racismo e a opressão que mata mulheres, a população negra e moradores da periferia todos os dias.

“A poesia não foi morta
Dão-lhe quatro tiros
E sai com a cara lavada
E um sorriso puro”.

ASSIM COMO A POESIA de Pablo Neruda, apesar do sangue derramado pelos tiros assassinos, Marielle Franco não gritou em vão. Sua voz se fez estandarte em todos os cantos do país. O vermelho do seu sangue é o mesmo que pulsa nas veias de todas as mulheres, que hoje foram às ruas gritar o seu grito por igualdade, sendo livres, assim como você. Mais do que nunca, é hora de fazer coro com o cantador popular:
“Nada a temer senão o correr da luta”.