Nos dias 3 e 4 o funcionalismo público estadual realizou uma greve geral de 48 horas para protestar contra a Reforma da Previdência encaminhada pela governadora Fátima Bezerra.

 

Durante os protestos em frente à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, representantes das entidades denunciaram a chamada PEC da morte que determina contribuições progressivas para trabalhadores e trabalhadoras da ativa, entre 12% a 18,5%, de acordo com a faixa salarial. A proposta de Reforma da Previdência apresentada pelo governo do Estado inclui também a taxação dos salários de quem recebe a partir de R$ 2.500,01.

Durante as manifestações toda a área ao redor da Assembleia Legislativa foi cercada com grades e tropas militares. Uma prática bastante conhecidada em épocas de repressão aos movimentos sociais.

Na manhã desta quarta-feira ocorreu mais uma reunião do Fórum dos Servidores, que à tarde deverá se reunir com o governo para tratar sobre a Reforma da Previdência.

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